Estamos negligenciando a leitura bíblica.
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Terça-feira, 03/03/2026

CT em português

Passado o Carnaval, a política começa a esquentar os motores para a corrida presidencial deste ano. E um aspecto extremamente importante, no qual todos nós, cristãos, deveríamos prestar muita atenção é o que está acontecendo nos bastidores da política. O artigo Jeffrey Epstein e o mito da guerra cultural pode nos ajudar nesse sentido, pois tira a venda dos nossos olhos, quando mostra que esses líderes que incitam em nós o ódio pelos adversários políticos, na verdade, não se odeiam de modo algum. Muito pelo contrário, chegam até a fazer alianças e pactos em prol de interesses comuns. 

Todas essas figuras responsáveis por transformar política em religião e em guerra cultural estão mais para cúmplices do que para inimigos. A Bíblia já nos mostra isso: "Herodes e Pilatos, que até ali eram inimigos, naquele dia [do julgamento de Jesus] tornaram-se amigos" (Lucas 23.12), cooperando mutuamente no processo contra Cristo e superando suas desavenças políticas anteriores.

Por isso, neste ano de eleições, não se deixem levar por seus ódios e suas paixões na política. Precisamos ter consciência de que o que os políticos estão vendo, quando olham para as igrejas evangélicas, são números, ou seja, uma atrativa massa de eleitores. A aparente identificação que eles demonstram com as pautas evangélicas muitas vezes não passa disso: é pura aparência e interesse eleitoreiro, para ganhar nosso voto. Abram o olho! 

Gostaria ainda de indicar a leitura de outros artigos muito bons ligados ao tema:

Assim, encerro com um pedido bem sincero: que neste ano de eleições, nós possamos participar democraticamente, sem polarização, e mostrar ao Brasil aquilo que realmente nos une como igreja de Cristo: o amor, e não o ódio.

Marisa Lopes
Diretora editorial da Christianity Today no Brasil

Há líderes de diferentes lados da política nos ensinando a odiar uns aos outros. A verdade, porém, é que eles jogam no mesmo time.


Com agendas lotadas, grupos pequenos cujo foco é socializar e momentos de meditação personalizados ao gosto do freguês, nós estamos negligenciamos o rigor do estudo da Bíblia.


Seguir Jesus não exige que eu rejeite a cultura da minha família. Deus ama a minha latinidade.

O artigo afirma que os cristãos não negligenciam os pobres por amarem demais a Jesus, mas por amarem de menos.

Não desejamos mudar nossas rotinas e prioridades até entender por que precisamos mudar e qual idolatria está nos impedindo.

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